Agora é oficial! A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) anunciou nesta quarta-feira (13) que escolheu a Boeing para fornecer dois jatos 747-8 que servirão como aviões presidenciais do país, o conhecido “Air Force One”.
Segundo comunicado da USAF, a negociação é avaliada em menos de US$ 600 milhões, valor muito abaixo da expectativa inicial da fabricante, que previa algo em torno de US$ 1 bilhão. A alta cifra já havia sido criticada pelo presidente Donald Trump, que inclusive cogitou cancelar o plano de substituição dos aviões presidenciais atuais.
Além das aeronaves, o contrato com a Boeing também inclui a incorporação de aparelhos de comunicação avançadas, atualizações nos geradores de energia, interiores executivos, instalação médicas completas, sistemas de autodefesa, entre outros recursos.
Os dois aviões que ocuparão o posto de novos Air Force One já estão prontos. As aeronaves, atualmente estocadas, foram originalmente encomendadas pela companhia aérea de carga Transaero, da Rússia. O pedido, porém, acabou cancelado após a empresa falir em 2015.
De acordo com a USAF, o projeto da aeronave presidencial redesenhada deve ser apresentado no prazo de um ano. As entregas dos aparelhos equipados e operacionais devem acontecer em meados de 2020.
Os EUA contam atualmente com dois jatos Boeing 747-200B na função de transporte presidencial. As aeronaves, projetadas para terem uma vida útil de 30 anos, entraram em operação em 1990.
Air Force One
O termo “Air Force One” é utilizado por qualquer avião da USAF que transporta o presidente dos EUA. No entanto, é sempre lembrado como o nome da aeronave, que oficialmente é “VC-25A”. O código é utilizado na comunicação do aparelho com torres de controle e outros aviões.
Seguindo a mesma ordem, quando o presidente dos EUA viaja a bordo de aeronaves da Marinha, a mesma é chamada de “Marine One”, e em aparelhos do Exército pelo código “Army One”.
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