O drone MQ-28 Ghost Bat da Boeing participou do Exercício Valiant Shield 2026 ao lado da Força Aérea dos EUA e de nações aliadas, no que é a primeira participação da aeronave não tripulada em um grande exercício operacional multinacional.
O exercício ocorreu nas proximidades das Ilhas Marianas, no Pacífico Ocidental, e contou com aeronaves como F-35A, F-35B, F-15EX, E-3 Sentry, E-2D Hawkeye, EA-18G Growler, RC-135 Rivet Joint e HC-130.
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Originalmente desenvolvido para a Real Força Aérea Australiana, o MQ-28 também está sendo avaliado pela Força Aérea dos EUA, que utiliza a aeronave para explorar conceitos operacionais para aeronaves de combate colaborativas (CCA). Durante o Valiant Shield, a aeronave voou com a Experimental Operations Unit da USAF, responsável pelo desenvolvimento de táticas e procedimentos operacionais para futuros sistemas autônomos.
O Ghost Bat foi projetado para operar ao lado de caças tripulados, e não para substituí-los. Dependendo da missão, pode transportar sensores, equipamentos de guerra eletrônica ou outras cargas, permitindo que as aeronaves tripuladas permaneçam mais distantes das defesas hostis.

Diferentemente de vários conceitos de CCA que ainda estão em desenvolvimento, o MQ-28 já concluiu uma extensa campanha de testes de voo na Austrália.
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A aeronave furtiva utiliza um sistema de missão de arquitetura aberta, que permite aos operadores integrar sensores nacionais e equipamentos de missão sem a necessidade de redesenhar a plataforma. A Boeing também afirma que o MQ-28 pode operar com as gerações atuais e futuras de aeronaves de combate, incluindo caças de quarta, quinta e sexta gerações.
A Real Força Aérea Australiana financiou a maior parte do programa desde seu lançamento em 2019, embora o interesse dos Estados Unidos tenha aumentado à medida que o Pentágono acelera o desenvolvimento de aeronaves de combate colaborativas.





