A Agência de Cooperação em Defesa e Segurança (DSCA), ligada ao Pentágono, aprovou no começo da semana a venda de 20 caças Lockheed Martin F-16 Bloco 70 para as Filipinas.
O pacote, estimado em US$ 5,58 bilhões, inclui 16 jatos F-16C Bloco 70/72 e quatro F-16D Bloco 70/72 de dois assentos além de 24 de motores F110 ou F100, 22 radares AESA, lançadores de mísseis guiados, mísseis AIM-120C e AIM-9X e outros armamentos e aviônicos.
A aprovação final para a venda depende da avaliação do Congresso dos EUA, o que terá de ocorrer em até 30 dias.
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“A venda proposta aumentará a capacidade da Força Aérea Filipina de conduzir missões de reconhecimento do domínio marítimo e apoio aéreo aproximado e aprimorará sua supressão de defesas aéreas inimigas (SEAD) e capacidades de interdição aérea”, disse o DSCA.
Caso confirmado, o negócio se somará a vários outros contratos celebrados pela Lockheed Martin para a variante avançada do F-16, que continua a atrair clientes no globo como uma opção mais barata de aeronave de combate.

A Força Aérea das Filipinas passa por um período delicado, com uma frota de caças pequena formada por 12 FA-50 fornecidos pela Coreia do Sul. Recentemente, mais 12 aeronaves foram adquiridas.
O governo do país chegou a avaliar o Saab Gripen e o KF-21, da Korean Aerospace Industries anteriormente. As Filipinas operam turboélices A-29 Super Tucano e está negociando um segundo lote de seis aeronaves.
O reforço dos F-16 ocorre em um momento de tensão na região, diante das ameaças da China, que tem realizado exercícios militares cada vez mais expandidos.